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quinta-feira, 16 de junho de 2011

quarta-feira, 15 de junho de 2011

aumento salarial funcionário SP- veja as tabelas

Quarta - feira, 15 de junho de 2011 19h30
Governo envia ao Legislativo projeto de Política Salarialpara o Magistério
Além do aumento de 42%, iniciativa prevê evolução funcional com possibilidade de ascensão salarial de até 183% ao longo da carreira para todos os professores Proposta visa valorizar a profissão docente para assegurar que a Educação do Estado esteja entre os melhores sistemas de ensino do mundo nos próximos anos
O Governador Geraldo Alckmin encaminhou hoje à Assembleia Legislativa o Projeto de Lei Complementar da proposta de Política Salarial anunciada em maio. Elaborada pelas secretarias da Educação e da Gestão Pública, a iniciativa contempla não só o aumento escalonado de 42,25% no vencimento-base dos professores, mas também a previsão de mudança dos atuais níveis de promoção salarial por desempenho e de progressão acadêmica.
“Essa Política Salarial e as previsões para o Plano de Carreira, que será posteriormente elaborado, são a proposta do Governo de São Paulo para dar os passos iniciais decisivos visando colocar a Educação de nosso Estado entre os melhores sistemas de ensino do mundo nos próximos anos”, disse o secretário da Educação, Herman Voorwald.
“Para atingir esse objetivo, nossa proposta, acolhida com entusiasmo pelo Governador Geraldo Alckmin, prevê manter e aperfeiçoar a avaliação pelo mérito e ampliar as possibilidades de ascensão profissional, garantindo essa evolução a todos os que atingirem os patamares fixados pelo plano”, ressaltou o Secretário da Gestão Pública, Julio Semeghini.
O Plano de Carreira será finalizado ainda neste ano, mas o projeto de lei do aumento salarial prevê também a mudança da estrutura dos níveis de evolução funcional, pois ambos tiveram de ser previamente avaliados no seu impacto no Orçamento do Estado para os próximos anos.
A carreira atual
No modelo atual, a promoção salarial pelo mérito se baseia em cinco níveis de promoção (verticais) em intervalos de quatro anos, com aumentos de 25% sobre o salário, limitados, em cada avaliação, aos 20% dos professores de melhor classificação em uma prova. O modelo ainda em vigor também possui cinco níveis de progressão acadêmica, com valores crescentes à razão de 5%, como mostra a tabela abaixo, na qual a evolução na carreira nos dois eixos proporciona uma variação total de 143,04%.
* Clique aqui e confira a tabela
Ou seja, mantida essa escala atual de vencimentos, o atual salário-base de um professor com jornada de 40 horas semanais, que é de R$ 1.665,05, seria elevado até R$ 4.047,78 ao longo de toda a carreira do professor, ou seja, uma variação total de 143,04%, não computados adicionais de tempo de serviço.
O projeto de reformulação
Na proposta encaminhada ao Legislativo, estão previstos oito níveis com intervalos de três anos, com aumentos de 10,5% sobre o salário para todos os que atingirem determinadas metas de avaliação, que ainda deverão ser estabelecidas. Esses níveis correspondem, na tabela abaixo, à promoção salarial (vertical), que por sua vez é combinada com outros oito níveis de progressão (horizontal) com valores crescentes à razão de 5%.
Desse modo, além dos 42,25% sobre o salário-base – definido inclusive para aposentados e pensionistas –, está prevista também a possibilidade de promoção de até 183,05% dos vencimentos ao longo da carreira.
* Clique aqui e confira a tabela
Tomando como exemplo o atual salário-base de um professor com jornada de 40 horas semanais, que é de R$ 1.665,05, e que será aumentado em julho deste ano para R$ 1.894,12 (o que corresponde a 13,76% de acréscimo), o total de vencimentos para aqueles que cumprirem todos os oito níveis verticais e horizontais será de R$ 5.361,20.
Essa variação acumulada de 183,05% não considera, porém, adicionais por tempo de serviço nem os aumentos salariais previstos para os próximos três anos. Para considera essa Política Salarial, que prevê para julho de 2014 o salário-base atual aumentado em 42,25%, ou seja, de R$ 2.368,51, a evolução na carreira nos oito níveis verticais e horizontais permitirá chegar ao total de vencimentos de R$ 6.704,07, sem contar aumentos por tempo de serviço.
Desse modo, a Política Salarial proposta pelo Governador Geraldo Alckmin para o Legislativo induz os professores, durante sua carreira, não só à formação continuada por meio de cursos de pós-graduação e de especialização (progressão horizontal), mas também à valorização pelo mérito, que preservará a prova de avaliação, mas também incorporará outros critérios a serem definidos no Plano de Carreira, tais como a avaliação de desempenho profissional, que incorpora outros aspectos ao processo atual de exame, de modo a considerar outras habilidades essenciais ao professor, como o desempenho em sala de aula.
Em obediência à Lei Complementar 836/1997, a Secretaria de Educação instituirá uma comissão paritária, composta por representantes indicados pela Pasta e por entidades representativas do magistério, com a atribuição de propor critérios para a evolução funcional e demais providências relativas ao assunto. Também serão consideradas todas as avaliações apresentadas por representantes da rede estadual nas 15 reuniões regionais realizadas no início deste ano pela Secretaria da Educação, nas quais estiveram presentes cerca de 20 mil professores, supervisores e outros profissionais do ensino, inclusive praticamente todos os diretores de escolas e dirigentes regionais
Essa iniciativa de Política Salarial para o Magistério do Estado de São Paulo, com a previsão da estrutura de vencimentos para o Plano de Carreira, visa promover ainda mais a melhoria da Educação, e tem o professor como peça-chave para o sucesso desse projeto.

Fonte: SEESP

Professora espancada por mãe de estudante

Matéria publicada no jornal Agora São Paulo

15 de junho de 2011.Professora é espancada por mãe de estudanteArtur Rodrigues

Uma professora de biologia de 58 anos foi espancada pela mãe de um aluno de 12 anos dentro da Escola Estadual David Nasser, no Jardim Macedônia, no Capão Redondo (zona sul de SP), anteontem. A mulher teve ferimentos no olho e na cabeça, após receber socos e pontapés. A agressora responderá em liberdade por lesão corporal. A agressão aconteceu após a professora Genoveva de Araújo Soares levar o aluno para diretoria por mau comportamento em sala de aula. Segundo ela, com medo da reação dos parentes, o menino inventou para a mãe que havia sido agredido pela professora. "Ela me pegou pelos cabelos e começou a esmurrar e falar que eu havia batido nele, sem dar tempo para ninguém que estava próximo conseguisse apartar", contou. Enquanto a professora apanhava, dois homens da família da agressora formaram um círculo ao redor da vítima para impedir que ninguém interrompesse. O espancamento só parou porque um professor salvou a professora. A mãe do aluno ficou retida na escola até a chegada da Policia Militar. A professora prestou queixa na Policia Civil. O aluno acabou sendo transferido para outra escola, segundo a professora.A vítima passou por atendimento no Hospital do Servidor Público e foi liberada, com hematomas e um ferimento no olho. “Estou traumatizada, angustiada”, disse. A professora afirma estar com medo de novas agressões porque mora no mesmo bairro em que trabalha. “Vou passar uns tempos na casa do meu filho em Carapicuíba (Grande São Paulo)”.A vítima da agressão, conhecida por todos como Gina, começou a trabalhar na escola David Nasser em 1990, como inspetora de alunos. Lá, também atuou como escriturária, até se tornar professora. Alunos e professores protestaram contra a violência e homenagearam a professora ontem.A Secretaria da Educação afirmou que a professora ficará afastada por tempo indeterminado para se recuperar da agressão.Segundo caso em 15 dias.Outra professora foi espancada há duas semanas pela a mãe de uma estudante, em Salto do Pirapora (122 km de SP). A professora Sônia Maria Mendes, 48 anos, teve varias fraturas no rosto.A agressão aconteceu quando a vítima saía do trabalho, na Escola Municipal João Fernandes de Andrade. A agressora atacou a vítima pelas costas, derrubando-a no chão e desferindo vários golpes no rosto dela. A docente precisou passar por uma cirurgia. A agressora disse que bateu na vítima pois a filha foi humilhada pela professora.Em maio, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) condenou uma escola pública no Distrito Federal a indenizar em R$ 10 mil uma professora agredida por um aluno. O STJ afirmou que a escola deveria oferecer segurança à professora.RespostaEducação diz que o fato foi isolado.A Secretaria de Estado da Educação afirma que lamenta a agressão sofrida pela professora. A pasta manifestou solidariedade ao grupo de professores e alunos que fez um protesto ontem na porta da escola. A Educação informou ainda, por meio de uma nota, que uma equipe de supervisores vai até a unidade apurar a situação. A PM também deve reforçar a segurança. A secretaria afirma que foi um fato isolado. "Por estar localizada em uma região de alta vulnerabilidade social, a secretaria já havia destacado um professor-mediador para trabalhar as atividades pedagógicas e as relações interpessoais da comunidade escolar a fim de prevenir conflitos". A agressora não foi localizada pela reportagem.
Comentário da Udemo

Regras para Promoção por Mérito

Professor que atingir meta terá bônus
14 de junho de 2011 23h 21MARIANA MANDELLI - Agência EstadoA Secretaria Estadual de Educação de São Paulo vai dar, a partir do ano que vem, bônus para todos os profissionais do magistério que atingirem a meta na prova de mérito. Hoje, mesmo atingindo a meta, apenas 20% deles são promovidos. Além disso, a pasta não vai mais utilizar apenas a prova para conceder o mérito - outros indicadores, que ainda estão em discussão, devem contar para o docente progredir.Essas mudanças constam na nova lei do plano de carreira e política salarial, assinada na noite de hoje pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), que deve ser publicada amanhã no Diário Oficial.Com os novos critérios, um professor de PEB II de uma jornada de 40 horas semanais, no estágio máximo da carreira, vai conseguir um acréscimo de 183,05% no salário, segundo a secretaria. Atualmente, o professor consegue até 143, 12% - isso se ele estiver dentro dos 20% que recebem o bônus. Hoje, um docente pode avançar em dois eixos: vertical e horizontal. O eixo vertical é a promoção por mérito, que ocorre por meio da prova, e tem cinco níveis. A cada "salto" que o professor dá com a prova, apenas 20% deles tinham um aumento de 25% em cima de seu salário-base. Agora, serão oito níveis de carreira - ou seja, ele fará mais avaliações - e o aumento será de 10,5% em cima do salário anterior. Ou seja, ele vai acumulando os acréscimos. O máximo a ser atingido será de 101,16%. http://www.estadao.com.br/noticia_imp.php?req=geral,professor-que-atingir-meta-tera-bonus,732376,0.htm

Reajuste para Professores

Quarta-feira, 15/6/2011 – Página A-10Governo envia reajuste de professorO governo do Estado de São Paulo enviou ontem para a Assembleia Legislativa o projeto de lei que define o aumento salarial dos professores estaduais.A medida altera o salário-base da categoria, fazendo o valor saltar 13%, de R$ 1.665,05 por mês para R$ 1.894,12, a partir de 1º de julho. A alta total será de R$ 229,07, mas, no valor, está incluída a GG (gratificação geral) de R$ 92, que será incorporada.Para quem já atua na rede estadual, a grana a mais depois do aumento será de R$ 137,07 por mês, já descontada a gratificação.O projeto inclui ainda um reajuste escalonado, que fará os vencimentos dos docentes aumentarem 42,2% até 2014, conforme anunciado pelo governador Geraldo Alckmin em maio.Em 2012, o reajuste será de 10,2%, e o salário-base passará a ser de R$ 2.088,00. Em 2013, serão concedidos 6% de reajuste e o rendimento mensal ficará em R$ 2.213,00. No ano seguinte, o salário-base passará para R$ 2.368,00 uma alta de 7%.Com a incorporação das gratificações, os aposentados serão os maiores beneficiados, pois perdiam o direito aos adicionais depois da aposentadoria.O projeto seguiu sem pedido de urgência na votação e deverá entrar na pauta conforme decisão da presidência da Assembleia.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Concurso Educação SP

A SEE -SP abriu concurso para Executivo Público( R$ 2.700,00) e Oficial Administrativo( R$ 710,00), o processo será realizado pela Vunesp, com inscrições de 15/06 a 13/07.

www.vunesp.com.br

fonte: http://www.vunesp.com.br/seed1002/